Graças ao Faz Universitário, 2.503 alunos carentes já estão freqüentando universidades em Salvador, Vitória da Conquista, Feira de Santana e em outras 16 cidades do interior. A viabilização do projeto se deve aos programas de Educação Tributária (PET/BA) da Secretaria da Fazenda, e Educar para Vencer, da Secretaria da Educação. Os estudantes que quiserem se candidatar às bolsas de estudo ou bolsas-auxílio deverão participar de uma etapa de pré-seleção.
Estudantes
O Faz Universitário é destinado a alunos que estudaram em escolas públicas da Bahia, da 5ª série do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio e que tenham se submetido ao Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). O estudante deve ter sido aprovado no processo de seleção de uma universidade particular (bolsa de estudo) ou de uma universidade pública da Bahia (bolsa auxílio).
Os estudantes assistidos pelo Faz Universitário assinam um Termo de Compromisso. Entre as exigências está o compromisso de concluir o curso no tempo regulamentar, podendo exceder apenas um semestre além do previsto; não trancar nem abandonar o curso ou semestre, exceto em casos especiais; não ser reprovado e não trancar mais de duas disciplinas e apresentar ao final de cada semestre o histórico escolar com a aprovação nas disciplinas cursadas.
Empresas
Novas empresas aderiram este ano ao projeto: Telemar, Rio Doce Manganês, Ambev, Belgo Bekaert e filiadas da Associação dos Atacadistas da Bahia – Asdab. Os novos parceiros se juntam à Braskem, Caraíba Metais, Embasa, Gerdau e Vivo que, desde o início, participam do projeto. Ao todo, o Faz Universitário conta com a parceria de 28 empresas cidadãs.
Colaboração
O custo da bolsa de estudo integral é dividido entre os parceiros. As universidades ou faculdades particulares entram com um desconto de 25% no valor da mensalidade. Do restante, 20% é arcado pelas empresas conveniadas e 80% custeado pelo Estado via renúncia fiscal para as empresas participantes.
Caso a mensalidade custe R$ 600,00, por exemplo, após o desconto de 25% arcado pela instituição de ensino, esse valor passa a ser R$ 450,00. Desse total, a empresa conveniada paga 20%, o que equivale a R$ 90,00, e o Estado entra com 80%, ou seja, R$ 360,00, através de renúncia do ICMS.
Bolsas de estudo– em três anos, um total de 2.503 estudantes carentes da capital e mais 18 cidades do interior estão sendo contemplados com bolsas de estudo integrais e bolsas-auxílio.
Bolsa de estudo integral – Somente este ano foi concedido 900 bolsas integrais. Ao todo já são 2.113 alunos freqüentando universidades privadas com bolsas de estudo integrais concedidas pelo projeto.
Bolsa-auxílio – Um total de 390 estudantes de instituições de ensino superior públicas recebem bolsas-auxílio, que ajudam no custeio dos estudos
Infelizmente o programa foi extinto para a tristeza de muitos porem, fica o consolo para aqueles que ainda usufruem o beneficio e assim pretendem mudar as suas vidas com tal oportunidade. Que o exemplo negativo do governo da Bahia não seja seguido por outras capitais.
Pro - jovem
Colaboração
O custo da bolsa de estudo integral é dividido entre os parceiros. As universidades ou faculdades particulares entram com um desconto de 25% no valor da mensalidade. Do restante, 20% é arcado pelas empresas conveniadas e 80% custeado pelo Estado via renúncia fiscal para as empresas participantes.
Caso a mensalidade custe R$ 600,00, por exemplo, após o desconto de 25% arcado pela instituição de ensino, esse valor passa a ser R$ 450,00. Desse total, a empresa conveniada paga 20%, o que equivale a R$ 90,00, e o Estado entra com 80%, ou seja, R$ 360,00, através de renúncia do ICMS.
Bolsas de estudo – em três anos, um total de 2.503 estudantes carentes da capital e mais 18 cidades do interior estão sendo contemplados com bolsas de estudo integrais e bolsas-auxílio.
Bolsa de estudo integral – Somente este ano foram concedidas 900 bolsas integrais. Ao todo já são 2.113 alunos freqüentando universidades privadas com bolsas de estudo integrais concedidas pelo projeto.
Bolsa-auxílio – Um total de 390 estudantes de instituições de ensino superior públicas recebem bolsas-auxílio, que ajudam no custeio dos estudos
O Programa TOPA – Todos pela Alfabetização têm como fundamento formular políticas de educação de jovens e adultos com vistas à sua escolarização e inclusão social, seguindo os mesmos princípios que norteiam o Projeto Político-educacional do Estado. Para isso, estará sendo realizados estudos e pesquisas, formação continuada de professores alfabetizadores, desenvolvimento de instrumentos e mecanismos de acompanhamento e avaliação, produção de material didático-pedagógico, dentre outras ações que assegurem a sua efetividade. Previsto para ser iniciado em julho e com duração de seis meses, em sua primeira etapa, o programa contará com 6.600 professores e 330 coordenadores.
Promover uma educação de qualidade para a população de jovens e adultos, assegurando seu ingresso e permanência na escola, garantindo-lhes as oportunidades necessárias à apropriação da leitura e da escrita e criando as condições objetivas para sua inclusão social, política, econômica e cultural.
Objetivos específicos
• Reduzir o índice de analfabetismo na Bahia.
• Assegurar à população de 15 anos ou mais as condições objetivas necessárias para a continuidade dos estudos.
• Realizar ações que contribuam com o desenvolvimento social e econômico da população baiana.
• Apoiar os municípios baianos na melhoria dos seus indicadores educacionais.
• Firmar parcerias com os municípios baianos para a execução do programa de alfabetização.
• Articular Governo e sociedade numa ação política de melhoria das condições de vida da população baiana.
Fonte: http://www.sec.ba.gov.br
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